MISSA DA QUINTA-FEIRA APÓS AS CINZAS
Catedral de Nossa Senhora do Monte Carmelo
Ordem dos Irmãos Terceiros do Carmelo
CERIMÔNIA EUCARÍSTIA COM IMPOSIÇÃO DE CINZAS
Celebrada pelo sr. Patriarca, Dom Frei José Sales.
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
Apagai, Senhor, o meu pecado
Intróito
Coro: APAGAI, SENHOR, O MEU PECADO,
APAGAI, SENHOR, O MEU PECADO.
1. TENDE PIEDADE, Ó MEU DEUS, MISERICÓRDIA;
NA IMENSIDÃO DE VOSSO AMOR, PURIFICAI-ME.
LAVAI-ME TODO INTEIRO DO PECADO,
E APAGAI COMPLETAMENTE A MINHA CULPA.
2. EU RECONHEÇO TODA MINHA INIQUIDADE,
O MEU PECADO ESTÁ SEMPRE A MINHA FRENTE.
FOI CONTRA VÓS, SÓ CONTRA VÓS QUE EU PEQUEI,
E PRATIQUEI O QUE É MAU AOS VOSSOS OLHOS.
3. MOSTRAIS ASSIM QUANTO SOIS JUSTOS NA SENTENÇA,
E QUANTO É RETO O JULGAMENTO QUE FAZEIS.
VEDE, SENHOR, QUE EU NASCI NA INIQUIDADE,
E PECADOR JÁ MINHA MÃE ME CONCEBEU.
4. MAS VÓS AMAIS OS CORAÇÕES QUE SÃO SINCEROS,
NA INTIMIDADE, ME ENSINAIS SABEDORIA.
ASPERGI-ME E SEREI PURO DO PECADO,
E MAIS BRANCO DO QUE A NEVE, FICAREI.
5. FAZEI-ME OUVIR CANTOS DE FESTA E ALEGRIA,
E EXULTARÃO ESTES MEUS OSSOS QUE ESMAGASTE.
DESVIAI O VOSSO OLHAR DO MEU PECADO,
E APAGAI AS MINHAS TRANSGRESSÕES.
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
O povo responde:
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
Na missa de Cinzas, o ato penitencial é substituído pela imposição das Cinzas.
HINO DE LOUVOR
Oculta-se o hino de louvor durante toda a quaresma.
ORAÇÃO COLETA
3. De mãos unidas, o sacerdote diz:
Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos;
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
Inspirai, ó Deus, as nossas ações e ajudai-nos a realizá-las, para que em vós comece e termine tudo aquilo que fizemos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
4. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do livro do Deuteronômio.
Olha que hoje ponho diante de ti a vida com o bem, e a morte com o mal. Mando-te hoje que ames o Senhor, teu Deus, que andes em seus caminhos, observes seus mandamentos, suas leis e seus preceitos, para que vivas e te multipliques, e que o Senhor, teu Deus, te abençoe na terra em que vais entrar para possuí-la. Se, porém, o teu coração se afastar, se não obedeceres e se te deixares seduzir para te prostrares diante de outros deuses e adorá-los, eu te declaro neste dia: perecereis seguramente e não prolongareis os vossos dias na terra em que ides entrar para possuí-la, ao passar o Jordão. Tomo hoje por testemunhas o céu e a terra contra vós: ponho diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas com a I tua posteridade, amando o Senhor, teu Deus, obedecendo à sua voz e permanecendo unido a ele. Porque é esta a tua vida e a longevidade dos teus dias na terra que o Senhor jurou dar a Abraão, Isaac e Jacó, teus pais.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
5. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
É feliz quem a Deus se confia!Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos;
que não entra no caminho dos malvados nem junto aos zombadores vai sentar-se;
mas encontra seu prazer na lei de Deus e a medita, dia e noite, sem cessar.
Eis que ele é semelhante a uma árvore que à beira da torrente está plantada;
ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar.
Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.
mas encontra seu prazer na lei de Deus e a medita, dia e noite, sem cessar.
Eis que ele é semelhante a uma árvore que à beira da torrente está plantada;
ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar.
Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.
Mas bem outra é a sorte dos perversos. Ao contrário, são iguais à palha seca
espalhada e dispersada pelo vento. Pois Deus vigia o caminho dos eleitos,
mas a estrada dos malvados leva à morte.
O sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
espalhada e dispersada pelo vento. Pois Deus vigia o caminho dos eleitos,
mas a estrada dos malvados leva à morte.
6. Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.
7. Segue-se a aclamação ao Evangelho.
7. Segue-se a aclamação ao Evangelho.
Louvor a vós, ó Cristo
Coro: LOUVOR A VÓS, Ó CRISTO,
LOUVOR A VÓS, Ó CRISTO,
FILHO AMADO DE MARIA.
1. CONVERTEI-VOS, NOS DIZ O SENHOR,
POIS O REINO DE DEUS ESTÁ PERTO.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
8. O sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Sac: O Senhor esteja convosco.
Sac: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo o evangelista São Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Jesus acrescentou: "É necessário que o Filho do Homem padeça muitas coisas, seja rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas. É necessário que seja levado à morte e que ressuscite ao terceiro dia".Em seguida, dirigiu-se a todos: "Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me. Porque, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem sacrificar a sua vida por amor de mim, salvá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder-se a si mesmo e se causa a sua própria ruína?"
9. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
10. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
BÊNÇÃO E IMPOSIÇÃO DAS CINZAS
Após a homilia, o presidente de pé, diz:
Pres: Caros irmãos e irmãs, roguemos instantemente a Deus Pai que abençoe com a riqueza da sua graça estas cinzas, que vamos colocar sobre as nossas cabeças em sinal de penitência.
Após breve silêncio, continua:Pres: Ó Deus, que vos deixar comover pelo que se humilham e vos reconciliais com os que reparam suas faltas, ouvi como um pai as nossas súplicas. Derramai a graça de vossa bênção + sobre os fiéis que vão receber estas cinzas, para que, prosseguindo na observância da Quaresma, possam celebrar de coração puro o mistério pascal do vosso filho. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
Em silêncio, asperge as cinzas com água benta. A seguir, inicia-se um canto adequado e os fiéis se aproximam para receber as cinzas. O ministro diz a cada fiel:
Convertei-vos e crede no Evangelho.
Pecador, agora é tempo
Coro: PECADOR, AGORA É TEMPO,
DE PESAR E DE TEMOR.
SERVE A DEUS, DESPREZA O MUNDO,
JÁ NÃO SEJAS PECADOR.
1. NESTE TEMPO SACROSSANTO,
O PECADO FAZ HORROR.
CONTEMPLANDO A CRUZ DE CRISTO,
JÁ NÃO SEJAS PECADOR.
2. VAIS PECANDO, VAIS PECANDO,
VAIS DE HORROR EM MAIS HORROR.
FILHO, ACORDA DESTA MORTE:
JÁ NÃO SEJAS PECADOR.
3. PASSAM MESES, PASSAM ANOS,
SEM QUE BUSQUES TEU SENHOR.
COMO UM DIA PARA O OUTRO,
ASSIM MORRE O PECADOR.
4. PECADOR ARREPENDIDO,
POBREZINHO PECADOR.
VEM, ABRAÇA-ME CONTRITO,
COM TEU PAI, TEU CRIADOR.
5. COMPAIXÃO, MISERICÓRDIA,
VOS PEDIMOS, REDENTOR.
PELA VIRGEM, MÃE DAS DORES.
PERDOAI-NOS, DEUS DE AMOR.
LITURGIA EUCARÍSTICA
11. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
O Senhor é minha luz e salvação
Sl 26
Coro: O SENHOR É MINHA LUZ, MINHA LUZ E SALVAÇÃO.
1. O SENHOR É A PROTEÇÃO DA MINHA VIDA,
PERANTE QUEM EU TEMEREI?
2. QUANDO AVANÇA OS MALVADOS CONTRA MIM,
QUERENDO DEVERORAR-ME.
3. SÃO ELES, INIMIGOS E OPRESSORES,
QUE TROPEÇAM E SUCUMBEM.
4. SE OS ÍMPIOS CERCAM PARA IR CONTRA MIM,
NÃO TEMERÁ MEU CORAÇÃO.
5. SE CONTRA MIM UMA BATALHA ESTOURAR,
MESMO ASSIM CONFIAREI.
12. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
13. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
14. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pres: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
15. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
16. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
Pres: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
17. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
18. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
19. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
20. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Ó Deus, olhai com bondade as oferendas que colocamos neste altar, para que, alcançando-nos vossa misericórdia, glorifiquem o vosso nome. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
PREFÁCIO DA QUARESMA, II
Quaresma, tempo de conversão
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Para renovar, na santidade, o coração dos vossos filhos e filhas, instituístes este tempo de graça e salvação. Libertando-nos do egoísmo e das outras paixões desordenadas, superamos o apego às coisas da terra. E, enquanto esperamos a plenitude eterna, proclamamos a vossa glória, dizendo a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
21. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.
22. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
23. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
24. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
25. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Lúcio, com o nosso bispo José e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos do vosso filho Nicolas Matheus, que chamastes deste mundo à vossa presença. Concedei-lhe que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participe igualmente de sua ressurreição.
Ass: Concedei-lhe contemplar a vossa face!
3C: Lembrai-vos também dos nossos outros irmãos e irmãs, que morreram na esperança da ressurreição, e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
4C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
26. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
27. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
28. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
29. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
30.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
31. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
32. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo: tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo: tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo: dai-nos a paz.
33. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
34. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
35. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
36. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
37. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
38. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
Glorifica o Senhor, Jerusalém
Coro: GLORIFICA O SENHOR, JERUSALÉM,
CELEBRA TEU DEUS, Ó SIÃO.
1. GLORIFICA O SENHOR, JERUSALÉM,
Ó SIÃO, CANTA LOUVORES AO TEU DEUS.
POIS REFORÇOU COM SEGURANÇA TUAS PORTAS,
E OS TEUS FILHOS, EM TEU SEIO, ABENÇOOU.
39. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
41. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
Anima Christi
Coro: ANIMA CHRISTI, SANTIFICA ME.
CORPUS CHRISTI, SALVA ME.
SANGUIS CHRISTI, INEABRIA ME.
AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.
1. PASSIO CHRISTI, CONFORTA ME.
O BONE IESU, EXAUDI ME.
INTRA VULNERA TUA ABSCONDE...
ABSCONDE ME.
2. NE PERMITTAS A TE ME SEPARARI,
AB HOSTE MALIGNO, DEFENDE ME.
IN HORA MORTIS MEAE VOCA ME...
VOCA ME.
3. ET IUBE ME VENIRE AD TE,
UT CUM SANCTIS TUIS, LAUDEM TE.
IN INFINITA SAECULA SAECULORUM...
AMEN.
42. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus todo-poderoso, vós nos abençoastes com este alimento celeste. Nós vos pedimos que ele seja sempre para nós fonte de perdão e salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
RITOS FINAIS
43. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
44. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Pres: A nossa proteção + está no Nome do Senhor.
Ass: Que fez o céu a terra.
Pres: Bendito seja o Nome do Senhor.
Ass: Agora e para sempre.
O sacerdote ou diácono diz:
Sac: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
45. Depois, o sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
46. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
47. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
