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Agenda de Celebrações | Paróquia Nossa Senhora do Carmo

 

18/09/23

Folheto Litúrgico | Missa na Igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição


SANTA MISSA DA 24ª SEMANA DO TEMPO COMUM
PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO CARMO
ORDEM TERCEIRA DO CARMO
IGREJA DA CONCEIÇÃO DA PRAINHA

RITOS INICIAIS


1. Estando tudo devidamente preparado e após o celebrante iniciar a procissão de entrada, o coro inicia o canto de introito.
Link: https://youtu.be/RtfZ-U2svbk?si=Y8aZ6q3P5LUtQD_6

Salmo 22
Introitus

Coro: O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ,
          NÃO ME FALTA COISA ALGUMA. (BIS)

1. O SENHOR É  PASTOR QUE ME CONDUZ,
    NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.
    PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES,
    ELE ME LEVA A DESCANSAR.
    PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA,
    E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS.

2. ELE ME GUIA NO CAMINHO MAIS SEGURO,
    PELA HONRA DO SEU NOME.
    MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO,
    NENHUM MAL EU TEMEREI.
    ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO,
    ELES ME DÃO A SEGURANÇA.

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

     Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
℣. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
    O povo responde:
℟. Amém.

    O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o:
℣. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.    
O povo responde:
℟. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na celebração do dia.

ATO DE PENITENCIAL

4. Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
℣. No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:

℣. Tende compaixão de nós, Senhor.
℟. Porque somos pecadores.
℣. Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
℟. E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
℣. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟. Amém.

Segue-se o canto.
Link: https://youtu.be/Pqow4kJiLKU

Senhor, tende piedade de nós.
Fr. Joel Postma

1. SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.

2. CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.

3. SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.

HINO DE LOUVOR

5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor. O hino é prescrito aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma. Recita-se nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes.

ORAÇÃO COLECTA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
℣. Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
Ó Deus, criador de todas as coisas, volvei para nós o vosso olhar e, para sentirmos em nós a ação do vosso amor, fazei que vos sirvamos de todo o coração. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
℟. Amém.

PRIMEIRA LEITURA

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor:  Leitura da Primeira Carta de São Paulo a Timóteo.
Caríssimo, antes de tudo, recomendo que se façam preces e orações, súplicas e ações de graças, por todos os homens; pelos que governam e por todos que ocupam altos cargos, a fim de que possamos levar uma vida tranquila e serena, com toda a piedade e dignidade. Isto é bom e agradável a Deus, nosso Salvador; ele quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. Pois há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, que se entregou em resgate por todos. Este é o testemunho dado no tempo estabelecido por Deus, e para este testemunho eu fui designado pregador e apóstolo e – falo a verdade, não minto –, mestre das nações pagãs na fé e na verdade.  Quero, portanto, que em todo o lugar os homens façam a oração, erguendo mãos santas, sem ira e sem discussões.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
℟.
 Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Salmista: Bendito seja o Senhor, porque ouviu o clamor da minha súplica!

— Escutai o meu clamor, a minha súplica, quando eu grito para vós; 

     quando eu elevo, ó Senhor, as minhas mãos para o vosso santuário. 


— Minha força e escudo é o Senhor, meu coração nele confia. 

     Ele ajudou-me e alegrou meu coração; eu canto em festa o seu louvor.


— O Senhor é a fortaleza do seu povo e a salvação do seu Ungido. 

     Salvai o vosso povo e libertai-o; abençoai a vossa herança! 

     Sede vós o seu pastor e o seu guia pelos séculos eternos!


EVANGELHO

9. Segue-se o Aclamação ao Evangelho.
Link: https://youtu.be/JhBTCfEG8nk?si=3QCKjiV8GQDhShM6

Aleluia

Coro: ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
          ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

1. BENDITO O QUE VEM, EM NOSSO SENHOR.
    BENDITO O NOSSO PAI DAVI.

10. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
℣. Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

11. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣.
 O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟. Ele está no meio de nós.
     
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
℟. Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito, e que estava doente, à beira da morte. O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus, para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. Chegando onde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faças este favor, porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga”. Então Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente ao teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: ‘Vai!’, ele vai; e a outro: ‘Vem!’, ele vem; e ao meu empregado ‘Faze isto!’, e ele o faz’”. Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia, e disse: “Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”. Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde.

  Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣. Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℟. Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

12. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

OFERTÓRIO

13. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
Link: https://youtu.be/Fbb5fKG6BIw

Este é o servo fiel e prudente.
Lc 12, 42.

1. BENDITO SEJAS, Ó REI DA GLÓRIA.
    RESSUSCITADO, SENHOR DA IGREJA.
    AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS.

Coro: VÊ COM BONS OLHOS,
          NOSSAS HUMILDES OFERTAS.
          TUDO O QUE TEMOS,
          SEJA PARA TI, Ó SENHOR.

2. VIDAS SE ENCONTRAM, NO ALTAR DE DEUS.
    GENTE SE DOA, DOM QUE IMOLA.
    AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS.

14. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

15. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

16. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

17. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

18. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

19. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

20. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

21. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
℣. Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
℟. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

22. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
℣. Sede propício, ó Deus, às nossas súplicas, e acolhei com bondade as oferendas dos vossos servos e servas, para que aproveite à salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟. Amém.

PREFÁCIO COMUM II
“A salvação por Cristo.”
 
23. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
℣.
 O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣. Corações ao alto.
℟. O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟. É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
℣.
 
 Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Em vosso amor de Pai, criastes o homem e a mulher, dando-lhes origem e destino divinos. E, quando pecaram, quebrando a aliança, vossa justiça os puniu; mas vossa misericórdia os resgatou, por Cristo, vosso filho e Senhor nosso. E, enquanto esperamos a glória eterna, proclamamos o vosso louvor, cantando a uma só voz:

1. SANTO, SANTO, SANTO,
    SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
    O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.

2. HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.
    BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
    HOSANA, HOSANA NAS ALURAS.

 
ORAÇAO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
℣. Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
     O povo aclama:
℟. Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
     O sacerdote une as mãos.

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
℣. Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo: Tomai, todos, e comei, isto é o meu corpo que será entregue por vós.
     Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
℣. Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo: Tomai, todos, e bebei, este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será entregue por vós e por todos, para a remissão dos pecados. Fazei isto em memória de mim.
     Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
℣. Eis o mistério da fé!
     O povo aclama:
℟. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
℣. Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
     O povo aclama:
℟. Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

℣. E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
     O povo aclama:
℟. Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Otávio Augusto, com os bispos do mundo inteiro e todos os ministros do vosso povo.
     O povo aclama:
℟. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
     O povo aclama:
℟. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
     O povo aclama:
℟. Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
℣. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
℟. Amém!

RITO DA COMUNHAO

24. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
℣. Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.
 Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

25. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
℣. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. 
O povo conclui a oração aclamando:
℟. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

26. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
℣. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟. Amém.

27. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
℣. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟. O amor de Cristo nos uniu.

29. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
℣. Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.


30. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
     Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
     Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.


31. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
℣. Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

32. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
℣. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
     Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
. Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

33. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio.

34. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

35. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

36. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
Link: https://youtu.be/yUvIKdLAgxQ

Oração de São Francisco.

Coro: SENHOR, FAZEI-ME INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ.
          
1. ONDE HOUVER ÓDIO, QUE EU LEVE O AMOR.
    ONDE HOUVER OFENSA, QUE EU LEVE O PERDÃO.
    ONDE HOUVER DISCÓRDIA, QUE EU LEVE A UNIÃO.
    ONDE HOUVER DÚVIDAS, QUE EU LEVE A FÉ.
    ONDE HOUVER ERROS, QUE EU LEVE A VERDADE.
    ONDE HOUVER DESESPERO, QUE EU LEVE A ESPERANÇA.
    ONDE HOUVER A TRISTEZA, QUE EU LEVE A ALEGRIA.
    ONDE HOUVER TREVAS, QUE EU LEVE A LUZ.
    
2. Ó MESTRE, FAZEI QUE EU PROCURE MAIS:
    CONSOLAR QUE SER CONSOLADO,
    COMPREENDER QUE SER COMPREENDIDO,
    AMAR QUE SER AMADO,
    POIS É DANDO QUE SE RECEBE,
    É PERDOANDO QUE SE É PERDOADO,
    E É MORRENDO QUE SE VIVE PARA A VIDA ETERNA.

37. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

℣. Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

38. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

39. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
℣. Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, o sacerdote abrindo os braços diz a oração:

Ó Deus, que a ação da vossa Eucaristia penetre todo o nosso ser para que não sejamos movidos por nossos impulsos, mas pela graça do vosso sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟. Amém.

RITOS FINAIS

40. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
41. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
℣. Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, por intercessão da Bem-Aventurada e sempre Virgem Maria: Pai, e Filho +, e Espírito Santo.
℟. Amém.

42. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣. Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟. Graças a Deus.

43. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
44. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.